Há um tempo atrás, lancei um meme com a intenção de criarmos uma resposta universal para a seguinte lorota dos clientes: “Tem como fazer de graça agora e na próxima vez a gente compensa?” baseado nas 10 mentiras mais usadas pelos clientes.
Convidei alguns blogueiros (que foram convidando outros…) para participar do meme, a maioria respondeu que não aceitaria essa “proposta” do cliente, apenas o Girassol disse que talvez aceitasse a proposta mas faria isso por uma fraqueza que é a dificuldade de dizer não, que por acaso eu também possuo.
Vou citar aqui as respostas dos blogueiros e comentá-las um pouco, sugiro ler todas as respostas e bolar a sua para que você não seja pego desprevinido por clientes inescrupulosos.
O Newton Calegari diz que ainda não tem muita experiência nesse tipo de situação mas já tem a certeza do que irá fazer: dizer não. Ele cita três motivos para não aceitarmos esse tipo de proposta:
- Você sabe se terá uma próxima vez?
- Você não gasta nada com o trabalho né? - Energia elétrica, Internet, além de tudo, seu cérebro terá que trabalhar.
- Também não podemos descartar a hipótese de que o cliente pode pedir o site, você fazer, de graça, e ele simplesmente mudar de cidade.
O Bardelli também disse que não aceitaria essa proposta do cliente, citou os motivos para e deu algumas dicas do que fazer quando o cliente aparecer com essa história:
O que fazer? Discretamente, comece a enumerar seus recursos e diferenciais, fale sobre seu respeito aos prazos, sobre a qualidade do trabalho, sobre todos seus clientes anteriores e a satisfação deles. O seu objetivo, trabalhando como freelancer, é de convencer seu cliente que o seu trabalho VALE aquilo que você pediu. E se você tiver argumentos o suficientes, ele ficará convencido que o único modo de ter os seus serviços, é pagando por isso.
O Felipe Tonello levantou um ponto muito interessante ao dizer que trabalharia de graça no máximo para alguma instituição beneficente ou como voluntário. Afirma também que não deve se aceitar esse tipo de proposta, se você realmente acredita na pessoa e deseja fazer o trabalho; faça mas peça pelo menos uma porcentagem do preço que você pediu.
Também é muito interessante dar uma lida no post escrito pelo Julio Cezar do blog Fischer Internet Technologies onde ele fala um pouco sobre a vida de freela e conta alguns casos.
Se você também participou do meme e não foi citado aqui, avise-me.



