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Blog do yogodoshi

Arquivo da seção: Web developer

Web Developer’s Toolbox – Coletânea de extensões do Firefox

O Web Developer’s Toolbox é um pacote de extensões para desenvolvedores web, criado pela própria Mozilla.

O pacote serve para agilizar o processo de desenvolvimento através de extensões que ajudam a testar, editar e debugar seus projetos web sem ter que sair do navegador em momento algum.

São 12 plugins nesse pacote:

  • Tamper data
  • YSlow
  • Measurelt
  • ColorZilla
  • ShowIP
  • Greasemonkey
  • FireFTP
  • Pixel Perfect
  • Web Developer Toolbar
  • Firebug
  • Live HTPP Readers
  • FoxyProxy

Mesmo quem não está afim de baixar todas essas extensões, se você trabalha pelo menos com HTML e CSS, você é obrigado a baixar o Web Developer Toolbar e o Firebug; acredite, eles vão mudar a sua vida!


Quero ser um grande programador. Estudo sozinho ou faço faculdade?

Essa é uma dúvida pessoal, aprendi a programar sozinho (o pouco que sei), estou cursando design gráfico digital e descobri que meu foco é o front-end mas quero ter uma base boa de programação para poder por em prática projetos pessoais e freelas.

Eu sei, sou complicado, mas o que importa é: quero ser um bom programador, com uma ótima base e fiquei em dúvida se é melhor estudar sozinho ou cursar uma graduação de TI.

Afinal, hoje em dia temos ótimos livros, e-books, tutoriais e vídeo-aulas à uma googlada de distância, além disso o ensino de TI nas graduações nem sempre é bom e muitas vezes não se encontra uma graduação com o foco que deseja, por exemplo: foco em front-end ou em desenvolvimento web.

Pensei então em pedir a opinião para quem tem mais experiência no assunto; felizmente a maioria respondeu, seguem elas:

Berg Brandt, desenvolvedor front-end e designer no Yahoo!.

Primeiramente, devemos ter em mente que esse assunto pode ser analisado sobre diversas perspectivas. Do ponto de vista do indivíduo, devemos considerar que as pessoas são diferentes e, portanto, percorrem caminhos diferentes para alcançar um determinado conhecimento. Ou seja, um profissional pode nunca ter feito nenhum curso na área e ser muito bom enquanto outros precisam de um ensino mais formal.

No entanto, sob a perspectiva de mercado, a existência de um curso na área e o fato dos profissionais o terem cursado estabelece garantias de que aqueles profissionais possuem um determinado leque de conhecimentos. Na área de Web, ainda são poucos os cursos especializados, se falarmos de Front-End, então, só conheço 1, de pós-graduação. Acredito que o melhor caminho para os profissionais seria abraçar cada vez mais os cursos formais de modo a sinalizar para o mercado mais maturidade e profissionalização.

Manoel Lemos, CTO na Abril Digital,  CTO e fundador da WebCo Internet.

Vamos lá… uma coisa não exclui a outra e nem é pré-requisito para a outra. Conheço vários programadores que são realmente geniais e não tiveram formação formal em computação. Por outro lado conheço outros que tiveram.

Porém, uma boa formação é sempre um caminho interessante, pois sozinho você acabará sendo um cara mais prático, mas sem um background importante de conhecimentos básicos (matemática, lógica, algoritmos, compiladores, gramáticas, etc). Claro, você também pode estudar tudo isto, mas é mais difícil.

O ponto é, o que é uma boa formação? Eu não acho que estes cursos profissionalizantes de IT, ou mesmo graduação em IT sejam realmente bons. Vale a pena investir em uma carreira mais core em uma universidade top como Unicamp e USP. Pode acredita, faz diferença!!!

Edney Sousa (Interney), Diretor de Operações at Polvora! Comunicação.

Não acredito na necessidade de curso superior para se tornar um bom programador, na época que comecei a faculdade (1994) eu já programava (desde 1990), no meu caso a faculdade serviu para aprender sobre administração (fiz processamento de dados no Mackenzie onde tive economia, contabilidade, estatística, direito, economia, etc) e esses conceitos administrativos auxiliaram na produção de softwares mais eficientes.

A base no entanto (lógica) é muito mais fácil aprender resolvendo revistas Coquetel do nível difícil do que em cursos de computação.

Quanto ao léxico/semântico (código) é mais fácil aprender baixando códigos simples e estudando-os. Nessa hora é imprescindível ter um manual da linguagem e conhecer detalhadamente o que cada função / comando faz. Felizmente hoje a maioria das linguagens tem manuais online bem explicativos com diversos casos de uso.

Outra opção é desenhar fluxogramas simples e começar a codificá-los, aliás se não souber desenhar fluxogramas é melhor desistir de programar. A questão não é saber quais são os desenhos adequados, mas sim quebrar um processo em pequenas atividades, organizá-las numa linha de tempo e estabelecer os fluxos de decisão de forma adequada.

Em resumo até acredito em cursos de programação, mas boto mas fé no autodidata, nem todo mundo é autodidata, mas vale lembrar que nem todo será programador também :)

Marco Gomes, CTO e fundador da Boo-box, fez um post há alguns poucos meses atrás falando mais ou menos sobre esse assunto; sugiro ler o artigo inteiro “Campanha: Programar é grátis!” mas vou colar aqui embaixo o trecho que considero mais importante para mostrar sua opinião:

  1. Consiga um computador conectado na Internet, serve o que está usando pra ler este texto, ou qualquer outro, com qualquer sistema operacional, pode ser até um netbook como o EEE PC.
  2. Crie uma conta no Google App Engine e baixe o SDK.
  3. Prepare-se pra usar intensamente um serviço de buscas e uma documentação de Python.
  4. Use bibliotecas e códigos de terceiros no início, comece com humildade e vá se aprofundando com o tempo.
  5. Invista algumas madrugadas desenvolvendo aplicativos que funcionem de verdade, nem precisam ser inéditos, comece com sistemas de blog, chat, agregadores de feed…

Garanto que seguindo os passos acima você vai poder aprender muito mais sobre programação pra Internet do que qualquer graduação em Sistemas de Informação vai conseguir te ensinar.

Ricardo, é alguém que deixou um comentário interessante no post do Marco Gomes com uma bela opinião sobre o assunto; segue a opinião dele:

Concordo bem parcialmente. Seu texto (post do Marco Gomes) deixa claro um dos principais problemas que encarecem o desenvolvimento de software de qualidade e a excessiva quantidade de bugs em versões finais de projetos, um problema que se arrasta desde Brooks. Não é programando que se aprende a programar. Isto te dará a prática necessária para a teoria que DEVE sim ser obtida em um BOM curso ou livro(s).

Blogs, e sites de notícia e código não irão nunca substituir décadas de pesquisas na área e que visam justamente evitar a formação de programadores “da madrugada selvagem” que desenvolvem vícios próprios e constroem códigos muitas vezes confusos, sem comentários, e ineficientes.

Num processo de contração de estágio, opto muito mais por alguém sem nenhuma experiência mas com muita boa fundamentação teórica, principalmente de lógica, do que conhecimentos básicos de MySQL e PHP obtidos num projeto feito para o tio, sem nenhuma supervisão de um profissional mais experiente no processo de programação capaz de ensiná-lo.

Claro que seu texto revela um aspecto também muito importante: pró-atividade. Sem ela concordo que o programador será bunda-mole.

Elton Minneto, é Professor universitário,  Gerente de Desenvolvimento da Drimio e autor dos livros “Grid Computing in Research and Education” e “Frameworks para Desenvolvimento em PHP”.

Bom, eu sou meio suspeito para responder isso pq sou professor universitário :-)

Mas mesmo se não fosse professor a minha opinião seria a mesma: é importante sim. A faculdade é uma fase onde você aprende muitos conceitos, que mesmo não parecendo a primeira vista, vão ser muito importantes na carreira.

Na minha opinião a maior contribuição da universidade é “ensinar a aprender”. O aluno vivenciando o ambiente acadêmico aprende como realizar pesquisas, como compartilhar o conhecimento entre seus colegas, aprende o “método científico”. Isso é muito bom e divertido.

Claro que tudo isso depende de bons professores (como os que eu tive)  e interesse dos alunos, mas a universidade é realmente uma das melhores fases da vida e carreira de uma pessoa.

Fabio Akita foi outra pessoa que pedi para opinar sobre o assunto mas ele resolveu escrever um post gigante como resposta, infelizmente é impossível colar o post inteiro aqui mas você pode ver a resposta dele em seu próprio blog, o post é o: Off-Topic: Devo fazer faculdade.

Paulino Michelazzo também falou sobre um assunto semelhante no mesmo dia em que Fabio Akita deu a sua resposta, segue o link para o seu post: Steve Jobs é burro.

Como uma feliz coincidência, o pessoal do Net Tuts+ fez um post justamente falando sobre isso: Should You Attend University for Web Development?. O post está em inglês mas recomendo a leitura à todos os interessados neste tema, principalmente para ver como as coisas andam lá fora também.

Acredito que tendo várias opiniões de ótimos profissionais da área, você consegue entender melhor as vantagens, desvantagens e consequências da decisão que você vai tomar.

Aproveite e deixe também a sua opinião sobre o assunto ou qual a sua nova opinião depois de ter lido todo o artigo.

*update
Guilherme Chapiewski também escreveu um post sobre o assunto: O que eu acho sobre faculdades de informática.


Motivos para usar o Google AJAX Libraries

Pra quem não conhece, o Google possui um acervo com as bibliotecas Javascript, que são open source, mais comuns e mais utilizadas para que qualquer desenvolvedor possa usá-las em seus projetos web: Google AJAX Libraries.

Atualmente eles possuem em seu acervo as seguintes bibliotecas:

Quais as vantagens em usar a biblioteca do Google?

A primeira vantagem é que, provavelmente, seu usuário não precisará baixar a biblioteca Javascript que você estiver usando em seu site pois ele já terá feito o download desta mesma biblioteca antes caso ele tenha passado por outro site que também usa o framework hospedado no Google.

A segunda vantagem é o download do script em paralelo com o restante do conteúdo do site, para não sobrecarregar os servidores, os navegadores limitam a quantidade de conexões simultâneas para cada servidor, ao usar outro servidor para hospedar sua biblioteca Javascript, seu site irá carregar mais rápido.

Como utilizar?

Existem duas maneiras de utilizar as bibliotecas hospedadas no Google AJAX Libraries, a que eu indico, por ser mais simples e acreditar, na minha humilde opinião, ser a mais rápida é essa:

<script src=”http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.2/jquery.min.js” type=”text/javascript”></script>

Você vai chamar a biblioteca Javascript direto pela sua URL como se fosse um arquivo javascript do seu site, no Google AJAX Libraries você encontrará todas as bibliotecas disponibilizadas, suas versões e respectivos links.


Cheat Sheets para WordPress

Não sabe o que são “Cheat Sheets”? Cheat Sheets ou Help Sheets nada mais são do que folhas de referência geralmente criadas em cima de alguma linguagem para facilitar a vida dos programadores e desenvolvedores.

Screenshot da Cheat Sheet de WordPress

Nas idas e vindas pela internet encontrei duas Cheat Sheets do WordPress, ambas criadas pelo pessoal do WPcandy, uma focando nas funções pré-prontas do WordPresss e a outra em como criar as funcionalidades mais comuns de um blog ou site com essas funções.

A primeira Cheat Sheet, que possui uma versão traduzida para o português, vem com os seguintes itens:

  • listagem dos arquivos básicos em um template para WordPress
  • funções do WordPress utilizáveis no header
  • funções do Wodpress para usar no template
  • alguns outros códigos úteis

A segunda Cheat Sheet já é mais avançada e vem com os seguintes itens:

  • detalhes do arquivo de CSS utilizado no tema
  • código que deve ser inserido para criar um template diferente para alguma seção do blog/ site
  • como usar um template diferente para alguma parte do blog/ site
  • função “the loop” do WordPress
  • como criar uma tag cloud
  • como inserir um conteúdo apenas na home do site/ blog
  • como estilizar diferentes categorias
  • como usar diferentes imagens para diferentes categorias
  • estilizar posts específicos
  • código de “Posts mais recentes” e “Posts mais antigos”
  • listagem de páginas
  • usar um título dinâmico no WordPress
  • listar posts específicos

Cheat Sheets são muito úteis quando se trabalha frequentemente com as mesmas linguagens, estou quase comprando um pequeno fichário apenas para colocar todas as cheat sheets que conheço.

Ecoder – Editor online de códigos

Ecoder logoEcoder é um simples, porém muito útil, editor online de código com algumas belas facilidades já conhecidas dos editores de código desktop.

Você pode enviar os seus arquivos para o site, navegar entre eles editando vários arquivos simultaneamente. As praticidades que ela dá aos usuários são:

  • ferramenta online para edição de códigos
  • edição simultânea de arquivos
  •  colorização da sintaxe do código em tempo-real
  • atalhos através do teclado

Lembrando que o Ecoder ainda é uma ferramenta muito nova, por isso não tem uma documentação pronta ainda mas ela tem tudo para crescer.

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