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Blog do yogodoshi

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Google lança novo serviço: App Engine de hospedagem online

O Google está oferecendo um serviço de hospedagem de aplicações web em sua própria infra-estrutura com uma nova ferramenta para desenvolvedores, o App Engine.

O App Engine irá concorrer com serviços similares como o Elastic Compute Cloud, da Amazon, e o Appexchange, da Salesforce, mas deve ser mais barato já que alguns serviços básicos do Google são gratuitos.

O objetivo do Google é facilitar o acesso a novas aplicações web, especialmente quando a aplicação começar a receber tráfego significativo e atingir milhões de usuários, informou o Google em seu novo blog do App Engine.

O App Engine é baseado em tecnologias já utilizadas pelo Google. Ele é suportado pelo Bigtable, um sistema de armazenamento distribuído usado atualmente pelo serviço Google Earth e pelo sistema de arquivos do próprio Google, o GFS.

A versão lançada na segunda-feira (07/04) é uma prévia, segundo o Google. Inicialmente, apenas 10 mil desenvolvedores poderão se cadastrar no App Engine, mas o Google promete aumentar os acessos.

As aplicações poderão ser acessadas pelos desenvolvedores contando com espaço de 500 Megabytes de armazenamento e taxa de transmissão de 10 Gigabytes de dados por dia. O Google espera que a maioria das aplicações possa atender cerca de 5 milhões de páginas vistas por mês.

O Google ainda não detalhou as formas de cobrança pelo serviço, mas aplicações rodando no limite de armazenamento citado acima serão gratuitas, mesmo depois que o App Engine for ao ar.

O App Engine irá suportar somente aplicações escritas em Python, mas o Google informa que está buscando suporte para outras linguagens.

Fonte: IDG Now!

“Atender 5 milhões de pageviews no mês”… aiai, como é bom sonhar…

O serviço é bem limitado mas você pode, ao menos, pedir para receber um aviso quando mais vagas forem abertas para o serviço. Basta entrar no site da App Engine e se logar na sua conta do Google.


Quer receber treinamento em tecnologia pela Microsoft de graça?

A Microsoft Brasil, em parceria com a Universidade Estácio de Sá e o Centro de Inovação Microsoft, oferece o programa Students to Business (S2B) com o objetivo de capacitar gratuitamente estudantes de ensinos médio, técnico e superior nas tecnologias da Microsoft.

A capacitação será de 84 horas na área de desenvolvimento de sistemas em .NET e Windows Server 2003.

As inscrições vão até o dia 4 de abril! A capacitação começa no dia 14 de abril. Veja o cronograma do Students to Business.

O programa tem três etapas. No final de cada etapa, é aplicada uma prova para classificar os alunos para a próxima fase. Haverá mais de 8.000 vagas para a primeira etapa, que será realizada em 26 unidades da Estácio.

Para os interessados em desenvolvimento de sistemas, serão oferecidos cursos de formação na tecnologia Microsoft Solutions Framework e em plataforma .NET.

Na área de infra-estrutura, os alunos serão capacitados em administração de redes na plataforma Microsoft Windows Server 2003.

Os treinamentos serão realizados de segunda a sexta-feira no período da tarde.

No final do programa, os alunos formandos receberão um certificado de conclusão do programa Students to Business. No ato da formatura, as empresas* locais serão chamadas para avaliar o currículo, entrevistar e aproximar os alunos ao mercado de trabalho.

*Depende da disponibilidade das empresas

Veja mais detalhes de como vai funcionar o programa neste pdf.


Orkut agora é Yogurt!

Orkut agora é Yogurt

Ao entrar no Orkut, usuários de todo o Brasil estão sendo surpreendidos por uma mudança esperara há muito pelos brasileiros.

Depois de tanto confundirmos o nome do site de relacionamento Orkut com o famoso lácteo Yogurt, o pessoal do Google finalmente decidiu mudar o nome atendendo aos pedidos de inúmeros brasileiros.

Entrem no site e vejam por vocês mesmos.


A Adobe pode usar tudo que você criar no Adobe Photoshop Express

Adobe Photoshop Express logo

Como todos já devem saber, semana passada foi lançado na web o Adobe Photoshop Express, a ferramenta online da Adobe que permite apenas o retoque de fotos (versão Express).

A aplicação também disponibiliza 2gb de armazenamento além de possibilitar um domínio .photoshop.com para compartilhamento de imagens. A ferramenta online foi toda desenvolvida em flash, é super ágil e leve.

Agora o que poucas pessoas sabem é o que está escrito nas “letras miúdas” do termo de uso do Photoshop Express. No item 8 do termo, consta o seguinte texto:

os usuários dão uma licença de uso mundial, sem royalties, perpétua, irrevogável e completa para que a Adobe possa distribuir, ganhe dinheiro em cima dela, reproduza, modifique, adapte, publique, traduza, exponha publicamente ou incorpore tal conteúdo em outros materiais ou trabalhos em qualquer formato ou media conhecida ou futuramente desenvolvida.

Gostaria de saber a opinião de vocês antes de dar a minha mas já adianto falando que, pra mim, isso é um abuso muito grande.

Update
Após os usuários reclamarem sobre os termos abusivos, a equipe do Photoshop Express voltou atrás nos termos.

Japão quer proibir compartilhamento de arquivos na internet

O Japão pode se tornar o primeiro país no mundo a proibir que seus internautas utilizem redes de compartilhamento de arquivos entre usuários (p2p).

Outros países como França, Inglaterra e Austrália também estudam propostas neste sentido.

A proibição é uma proposta dos principais provedores do país após pressão das indústrias cinematográfica e fonográfica.

Para monitorar as atividades dos internautas, o provedores utilizarão um “software de detecção especial”.¹

O internauta que for “flagrado” utilizando os sistemas de compartilhamento de arquivos irá receber um e-mail de alerta.²

Caso continue com as transferências, sua conexão será derrubada e, caso ainda persista, poderá ter sua conta no provedor cancelada.

De acordo com a publicação, em 2006 os provedores de internet japoneses já tentaram proibir que internautas usassem softwares de compartilhamento de arquivos.

Porém, a plano foi descartado pelo governo do país com a alegação de que o monitoramento invadia a privacidade dos usuários.³

O jornal afirma que de acordo com dados de dezembro de 2007, o número de internautas que utilizam redes de compartilhamento de arquivos no Japão cresceu cerca de 180% em um ano.

Fonte: Folha Online

Imagina se essa moda pegar…

¹: No Brasil é ainda pior, os provedores como o Virtua, simplesmente usam traffic shapers sem que ninguém saiba.

²: Como irão descobrir o e-mail da pessoa? Será que lá todos são obrigados a assinar algum provedor

³: Será que a privacidade dos usuários foi tirar férias? De uma hora pra outra todo mundo esqueceu dela…

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