Home Me envie um e-mail! Feed
Blog do yogodoshi

Arquivo do mês: May, 2009

Vejam o poder do CSS

Eu sabia que o CSS é muito poderoso mas o que o Stu Nicholls fez é um absurdo! Ele fez um labirinto apenas com CSS! Lógico que possui alguns bugs mas isso não afeta em nada a beleza desse trabalho.

Labirinto feito em CSS

Entre no site e use o seu mouse para entrar no quebra-cabeça  e chegar até a estrela. Não pense que o labirinto é fácil de ser  completado não, é bem difícil!

Dica: algumas coisas não são o que parecem.


Quero ser um grande programador. Estudo sozinho ou faço faculdade?

Essa é uma dúvida pessoal, aprendi a programar sozinho (o pouco que sei), estou cursando design gráfico digital e descobri que meu foco é o front-end mas quero ter uma base boa de programação para poder por em prática projetos pessoais e freelas.

Eu sei, sou complicado, mas o que importa é: quero ser um bom programador, com uma ótima base e fiquei em dúvida se é melhor estudar sozinho ou cursar uma graduação de TI.

Afinal, hoje em dia temos ótimos livros, e-books, tutoriais e vídeo-aulas à uma googlada de distância, além disso o ensino de TI nas graduações nem sempre é bom e muitas vezes não se encontra uma graduação com o foco que deseja, por exemplo: foco em front-end ou em desenvolvimento web.

Pensei então em pedir a opinião para quem tem mais experiência no assunto; felizmente a maioria respondeu, seguem elas:

Berg Brandt, desenvolvedor front-end e designer no Yahoo!.

Primeiramente, devemos ter em mente que esse assunto pode ser analisado sobre diversas perspectivas. Do ponto de vista do indivíduo, devemos considerar que as pessoas são diferentes e, portanto, percorrem caminhos diferentes para alcançar um determinado conhecimento. Ou seja, um profissional pode nunca ter feito nenhum curso na área e ser muito bom enquanto outros precisam de um ensino mais formal.

No entanto, sob a perspectiva de mercado, a existência de um curso na área e o fato dos profissionais o terem cursado estabelece garantias de que aqueles profissionais possuem um determinado leque de conhecimentos. Na área de Web, ainda são poucos os cursos especializados, se falarmos de Front-End, então, só conheço 1, de pós-graduação. Acredito que o melhor caminho para os profissionais seria abraçar cada vez mais os cursos formais de modo a sinalizar para o mercado mais maturidade e profissionalização.

Manoel Lemos, CTO na Abril Digital,  CTO e fundador da WebCo Internet.

Vamos lá… uma coisa não exclui a outra e nem é pré-requisito para a outra. Conheço vários programadores que são realmente geniais e não tiveram formação formal em computação. Por outro lado conheço outros que tiveram.

Porém, uma boa formação é sempre um caminho interessante, pois sozinho você acabará sendo um cara mais prático, mas sem um background importante de conhecimentos básicos (matemática, lógica, algoritmos, compiladores, gramáticas, etc). Claro, você também pode estudar tudo isto, mas é mais difícil.

O ponto é, o que é uma boa formação? Eu não acho que estes cursos profissionalizantes de IT, ou mesmo graduação em IT sejam realmente bons. Vale a pena investir em uma carreira mais core em uma universidade top como Unicamp e USP. Pode acredita, faz diferença!!!

Edney Sousa (Interney), Diretor de Operações at Polvora! Comunicação.

Não acredito na necessidade de curso superior para se tornar um bom programador, na época que comecei a faculdade (1994) eu já programava (desde 1990), no meu caso a faculdade serviu para aprender sobre administração (fiz processamento de dados no Mackenzie onde tive economia, contabilidade, estatística, direito, economia, etc) e esses conceitos administrativos auxiliaram na produção de softwares mais eficientes.

A base no entanto (lógica) é muito mais fácil aprender resolvendo revistas Coquetel do nível difícil do que em cursos de computação.

Quanto ao léxico/semântico (código) é mais fácil aprender baixando códigos simples e estudando-os. Nessa hora é imprescindível ter um manual da linguagem e conhecer detalhadamente o que cada função / comando faz. Felizmente hoje a maioria das linguagens tem manuais online bem explicativos com diversos casos de uso.

Outra opção é desenhar fluxogramas simples e começar a codificá-los, aliás se não souber desenhar fluxogramas é melhor desistir de programar. A questão não é saber quais são os desenhos adequados, mas sim quebrar um processo em pequenas atividades, organizá-las numa linha de tempo e estabelecer os fluxos de decisão de forma adequada.

Em resumo até acredito em cursos de programação, mas boto mas fé no autodidata, nem todo mundo é autodidata, mas vale lembrar que nem todo será programador também :)

Marco Gomes, CTO e fundador da Boo-box, fez um post há alguns poucos meses atrás falando mais ou menos sobre esse assunto; sugiro ler o artigo inteiro “Campanha: Programar é grátis!” mas vou colar aqui embaixo o trecho que considero mais importante para mostrar sua opinião:

  1. Consiga um computador conectado na Internet, serve o que está usando pra ler este texto, ou qualquer outro, com qualquer sistema operacional, pode ser até um netbook como o EEE PC.
  2. Crie uma conta no Google App Engine e baixe o SDK.
  3. Prepare-se pra usar intensamente um serviço de buscas e uma documentação de Python.
  4. Use bibliotecas e códigos de terceiros no início, comece com humildade e vá se aprofundando com o tempo.
  5. Invista algumas madrugadas desenvolvendo aplicativos que funcionem de verdade, nem precisam ser inéditos, comece com sistemas de blog, chat, agregadores de feed…

Garanto que seguindo os passos acima você vai poder aprender muito mais sobre programação pra Internet do que qualquer graduação em Sistemas de Informação vai conseguir te ensinar.

Ricardo, é alguém que deixou um comentário interessante no post do Marco Gomes com uma bela opinião sobre o assunto; segue a opinião dele:

Concordo bem parcialmente. Seu texto (post do Marco Gomes) deixa claro um dos principais problemas que encarecem o desenvolvimento de software de qualidade e a excessiva quantidade de bugs em versões finais de projetos, um problema que se arrasta desde Brooks. Não é programando que se aprende a programar. Isto te dará a prática necessária para a teoria que DEVE sim ser obtida em um BOM curso ou livro(s).

Blogs, e sites de notícia e código não irão nunca substituir décadas de pesquisas na área e que visam justamente evitar a formação de programadores “da madrugada selvagem” que desenvolvem vícios próprios e constroem códigos muitas vezes confusos, sem comentários, e ineficientes.

Num processo de contração de estágio, opto muito mais por alguém sem nenhuma experiência mas com muita boa fundamentação teórica, principalmente de lógica, do que conhecimentos básicos de MySQL e PHP obtidos num projeto feito para o tio, sem nenhuma supervisão de um profissional mais experiente no processo de programação capaz de ensiná-lo.

Claro que seu texto revela um aspecto também muito importante: pró-atividade. Sem ela concordo que o programador será bunda-mole.

Elton Minneto, é Professor universitário,  Gerente de Desenvolvimento da Drimio e autor dos livros “Grid Computing in Research and Education” e “Frameworks para Desenvolvimento em PHP”.

Bom, eu sou meio suspeito para responder isso pq sou professor universitário :-)

Mas mesmo se não fosse professor a minha opinião seria a mesma: é importante sim. A faculdade é uma fase onde você aprende muitos conceitos, que mesmo não parecendo a primeira vista, vão ser muito importantes na carreira.

Na minha opinião a maior contribuição da universidade é “ensinar a aprender”. O aluno vivenciando o ambiente acadêmico aprende como realizar pesquisas, como compartilhar o conhecimento entre seus colegas, aprende o “método científico”. Isso é muito bom e divertido.

Claro que tudo isso depende de bons professores (como os que eu tive)  e interesse dos alunos, mas a universidade é realmente uma das melhores fases da vida e carreira de uma pessoa.

Fabio Akita foi outra pessoa que pedi para opinar sobre o assunto mas ele resolveu escrever um post gigante como resposta, infelizmente é impossível colar o post inteiro aqui mas você pode ver a resposta dele em seu próprio blog, o post é o: Off-Topic: Devo fazer faculdade.

Paulino Michelazzo também falou sobre um assunto semelhante no mesmo dia em que Fabio Akita deu a sua resposta, segue o link para o seu post: Steve Jobs é burro.

Como uma feliz coincidência, o pessoal do Net Tuts+ fez um post justamente falando sobre isso: Should You Attend University for Web Development?. O post está em inglês mas recomendo a leitura à todos os interessados neste tema, principalmente para ver como as coisas andam lá fora também.

Acredito que tendo várias opiniões de ótimos profissionais da área, você consegue entender melhor as vantagens, desvantagens e consequências da decisão que você vai tomar.

Aproveite e deixe também a sua opinião sobre o assunto ou qual a sua nova opinião depois de ter lido todo o artigo.

*update
Guilherme Chapiewski também escreveu um post sobre o assunto: O que eu acho sobre faculdades de informática.


Dicas que tirei do Webinar de Otimização de Blogs do Adsense

Sexta-feira, assisti ao Webinar do Adsense com tema Otimização para blogs, durante a palestra, fui anotando algumas para compartilhar com quem não pode assistir ou não ficou sabendo do Webinar.

Seguem as dicas que peguei:

  • os blocos de anúncios que aparecem primeiro no seu blog, são os que tem maior possibilidade de retorno (de acordo com o algoritmo do Adsense);  por isso, deixe os blocos de anúncios que tem maior possibilidade de ser visto pelos usuários aparecendo primeiro no código fonte
  • mantenha sua lista de filtros enxuta
  • os melhores anúncios (os que dão maior retorno) não são, necessariamente, os que pagam mais por clique
  • fuja das áreas cegas, prefira colocar os anúncios no início, meio ou final do post
  • sempre que possível evite as bordas nos anuncios
  • use os títulos dos anúncios na mesma cor que voce usa nos títulos dos posts
  • na seleção da paleta de cores: procure utilizar “múltiplas paletas” para que o sistema randomize elas e com o tempo use apenas a que traz maior retorno
  • use uma fonte que combine com o conteúdo: se o site usa fonte não-serifada, escolha uma fonte também sem serifa para o anúncio
  • opte por anúncios mais largos pois tem menos quebras de linhas, facilita a leitura etc.
  • posicione o anúncio, preferencialmente no mesmo alinhamento do texto
  • aproveite bem as páginas específicas do seu site/ blog que tem um maior acesso; otimize-as separadamente
  • use e abuse dos blocos de anúncios, pois você pode usar 3 por página além dos anúncios

Fim. Espero que as dicas sejam úteis pra vocês. Se você assistiu a palestra e lembra de alguma dica que eu esqueci de citar na listagem abaixo, sinta-se a vontade de escrevê-la nos comentários.


Motivos para usar o Google AJAX Libraries

Pra quem não conhece, o Google possui um acervo com as bibliotecas Javascript, que são open source, mais comuns e mais utilizadas para que qualquer desenvolvedor possa usá-las em seus projetos web: Google AJAX Libraries.

Atualmente eles possuem em seu acervo as seguintes bibliotecas:

Quais as vantagens em usar a biblioteca do Google?

A primeira vantagem é que, provavelmente, seu usuário não precisará baixar a biblioteca Javascript que você estiver usando em seu site pois ele já terá feito o download desta mesma biblioteca antes caso ele tenha passado por outro site que também usa o framework hospedado no Google.

A segunda vantagem é o download do script em paralelo com o restante do conteúdo do site, para não sobrecarregar os servidores, os navegadores limitam a quantidade de conexões simultâneas para cada servidor, ao usar outro servidor para hospedar sua biblioteca Javascript, seu site irá carregar mais rápido.

Como utilizar?

Existem duas maneiras de utilizar as bibliotecas hospedadas no Google AJAX Libraries, a que eu indico, por ser mais simples e acreditar, na minha humilde opinião, ser a mais rápida é essa:

<script src=”http://ajax.googleapis.com/ajax/libs/jquery/1.3.2/jquery.min.js” type=”text/javascript”></script>

Você vai chamar a biblioteca Javascript direto pela sua URL como se fosse um arquivo javascript do seu site, no Google AJAX Libraries você encontrará todas as bibliotecas disponibilizadas, suas versões e respectivos links.

Como foi a minha palestra sobre o WordPress

Para quem não ficou sabendo, dia 29 de abril ministrei minha primeira palestra, o tema foi WordPress, muito além de um software para blogs onde procurei mostrar as diversas possibilidades que o WordPress proporciona além de criar um blog, resumindo: mostrar como é fácil utilizar o WordPress como um CMS.

Uma das fotos da palestra

Felizmente deu tudo certo na palestra, parece que os espectadores gostaram bastante, recebi um feedback positivo via twitter, comentários no blog, telefonemas (quem pegou meu cartão de visita) e da diretoria do Infnet, onde ministrei a palestra.

Já subi as fotos da palestra para o meu, recentemente resetado, Flickr e disponibilizei a mesma no Prezi (veja a palestra), que foi bela a ferramenta que utilizei para criar os “slides”.

Gostaria de agradecer à todos pela presença, principalmente ao pessoal que divulgou no twitter: @cosmefae, @anthonysousa, @alvaroguim, @leon4rdo, @cristianoweb e a todos mais que ajudaram a divulgá-la. Gostaria também de agradecer muito ao @anwebdesigner que divulgou a palestra no Pixel com Café.

Lembrando que, em breve, estarei fazendo o post com a listagem de links pra todos os sites e plugins que citei durante a palestra.

« Postagens anteriores
Fechar
Envie por e-mail